Monday, October 13, 2014

CHECK OUT 'Third-placed Silva endorses Neves in Brazil election runoff"


(ENGLISH VERSION)

SOURCE/LINK: http://www.dailymail.co.uk/wires/reuters/article-2789999/Third-placed-Silva-endorses-Neves-Brazil-election-runoff.html

 

Third-placed Silva endorses Neves in Brazil election runoff

SAO PAULO — Reuters
Published Sunday, Oct. 12 2014, 10:55 AM EDT
Last updated Sunday, Oct. 12 2014, 1:58 PM EDT
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Presidential candidate Marina Silva of Brazilian Socialist Party (PSB), left, speaks as candidate Aecio Neves of Brazilian Social Democratic Party (PSDB) smiles before their first television debate at the Bandeirantes TV studio in Sao Paulo on Aug. 24.
(© Paulo Whitaker / Reuters)
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Business-friendly opposition candidate Aecio Neves received a crucial boost in Brazil’s presidential election race on Sunday with the endorsement of popular environmentalist Marina Silva two weeks before his runoff against incumbent Dilma Rousseff.
Silva at one point led election polls but took third place in the first round of voting last week. Her support for Neves increases the likelihood that the bulk of the 22 million people who voted for her will back him in the tight runoff.

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“In view of Aecio Neves’ commitments, I declare that I will vote for and support his candidacy,” Silva said at an event in Sao Paulo.
Her backing is crucial for the centrist Brazilian Social Democracy Party’s (PSDB) Neves, who won 33.6 percent of the votes to Rousseff’s 41.6 percent in the first round, a difference of 8 million votes.
“I couldn’t ask for anything more,” Neves said on local radio station CBN on Sunday. “I am extremely happy with this support and I am absolutely sure it will touch the heart of millions of Brazilians.”
He needs the backing of most of Silva’s supporters if he is to defeat the leftist Rousseff and end 12 years of rule by her Workers’ Party.
Rousseff said it was “understandable” that Silva had lined up behind Neves as they have similar pro-markets economic platforms, although she also played down any potential vote boost for her rival.
“I don’t believe the automatic transfer of votes exists, because I believe in democracy ... Each vote belongs to the person who goes to the ballot box and casts his ballot,” she said at a campaign event in the city of Sao Paulo.
Silva led opinion polls in late August when she was thrust into the race after the death of her running mate and original Brazilian Socialist Party (PSB) presidential candidate Eduardo Campos in a plane crash.
But her support fell away late in the campaign as Rousseff’s team launched an aggressive media blitz that linked Silva to Brazil’s financial elite and questioned her ability to govern without the backing of traditional parties.
Since her defeat, she has demanded certain policy commitments from Neves in return for her support.
They include land reform measures and better protections for indigenous communities as well as a demand that he drop plans to reduce from 18 to 16 the age at which minors can be tried as adults for serious crimes.
Neves responded with a letter on Saturday signaling flexibility on land and indigenous issues but not on the anti-crime measure that has been backed by conservatives.
SUPPORT FOR NEVES
Campos’ widow and children formally endorsed Neves on Saturday. Silva won about 2 million votes in Campos’ home state of Pernambuco so the Campos family’s endorsement could help the PSDB gain ground in the northeast region, where it tends to perform poorly.
Silva said her role in Neves’ campaign still needed to be discussed with the candidate.
A survey of voter intentions by pollster Sensus released on Saturday showed Neves with about 58.8 percent support, versus 41.2 percent for Rousseff. But recent polls from more widely-watched research firms Datafolha and Ibope showed the two candidates were running neck-and-neck.
Neves, a senator and former state governor, is promising business-friendly policies and a smaller state role in the economy.
He has the support of most investors, business leaders and middle-class Brazilians while Rousseff has strong backing among the poor, who have benefited from social welfare programs during 12 years of Workers’ Party rule.
Brazil’s financial markets have been volatile throughout the election campaign, rallying whenever polls show Rousseff looking weaker and falling when she gains ground.
A festering corruption scandal involving state-run oil company Petroleo Brasileiro SA and three political parties from Rousseff’s ruling coalition threatens to dog her for the rest of the campaign and could help Neves to win over crucial undecided voters.
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·         Brazil’s election: What you need to know


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ELEIÇÕES 2014
 Marina Silva declara apoio a Aécio no 2º turno da eleição e destaca alternância de poder
ReutersPor Por Eduardo Simões | Reuters – 19 horas atrás
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 Ex-candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, durante entrevista em São Paulo. …
Em coletiva de imprensa, Marina 

 Silva declara apoio a Aécio Neves 

 (PSDB) no 2º turno (Foto: Gabriela 

  Bilo/Estadão …
Por Eduardo Simões
SÃO PAULO (Reuters) - Marina Silva, candidata à Presidência pelo PSB derrotada no primeiro turno, declarou neste domingo apoio ao candidato do PSDB, Aécio Neves, na disputa de segundo turno da eleição e defendeu a necessidade da alternância de poder no país.
    "Chegou o momento de apostar na alternância de poder, com a batuta da sociedade. Tendo em vista os compromissos assumidos por Aécio Neves, declaro meu voto e meu apoio à sua candidatura. Votarei em Aécio e o apoiarei", afirmou Marina em evento realizado em São Paulo, no qual disse ter sido movida pela "consciência" para tomar essa decisão.
    "Aécio corretamente interpretou o que está acontecendo no Brasil nas últimas décadas", disse Marina, que elogiou o que chamou de "carta-compromisso" divulgada pela campanha tucana no sábado, em que ele se comprometeu com parte das propostas feitas pela ex-candidata após ser derrotada.
    Marina afirmou, no entanto, que a carta de Aécio não era endereçada a ela, mas à sociedade brasileira. O tucano disputa o segundo turno com a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT.
    Das sugestões apresentadas por Marina, Aécio se comprometeu com a ampliação de políticas sociais e da participação popular, manutenção da prerrogativa do Executivo de demarcar terras indígenas, além de reiterar seu "compromisso programático" com a questão ambiental, tema-chave para Marina, e com a "retomada" da reforma agrária.
    Indagada sobre a proposta de Aécio de reduzir a maioridade penal para crimes hediondos, à qual Marina se opõe e não foi contemplada no documento do tucano, a ex-senadora disse que a posição de Aécio abre o debate sobre o tema.
    A ex-candidata explicou que as propostas que apresentou a Aécio não são imposições e avaliou que as propostas sobre a juventude incluídas no documento divulgado no sábado pelo tucano significam a abertura do debate.
    Aécio esteve em Recife, no sábado, para receber o apoio da família do presidenciável do PSB Eduardo Campos, morto em agosto e citado por várias vezes na entrevista coletiva deste domingo.
    Marina, que disputou a eleição presidencial em 2010 e se manteve neutra no segundo turno, afirmou ao se posicionar desta vez que não estava fazendo acordo.
    "Faço esta declaração como cidadã brasileira independente, que continuará livre e coerentemente suas lutas e batalhas no caminho que escolheu. Não estou com isso fazendo nenhum acordo ou aliança para governar. O que me move é minha consciência e assumo a responsabilidade pelas minhas escolhas", declarou.
    A ex-ministra do Meio Ambiente no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem uma ligação histórica com o PT, no qual ficou por 24 anos, mas se filiou ao PSB no ano passado após ver naufragar seu projeto de criar um novo partido, a Rede Sustentabilidade. Entrou na disputa ao Palácio do Planalto como vice de Eduardo Campos, mas passou a encabeçar a chapa após a morte do ex-governador de Pernambuco em um acidente aéreo no dia 13 de agosto.
   
    CAMPANHA  
    Marina disse que ainda discutirá com o candidato do PSDB sua participação na campanha e não quis antecipar se participará do programa eleitoral do tucano ou se subirá no palanque com ele.
    "O que eu acabo de fazer aqui faz parte da campanha e do envolvimento na campanha", disse Marina, que estava acompanhada de Beto Albuquerque, vice na chapa do PSB, e lideranças políticas, incluindo aliados da Rede Sustentabilidade.
    "A forma como eu vou participar da campanha eu vou discutir com o candidato e ele vai discutir comigo", disse Marina, que contou que conversou com Aécio no sábado, quando ele estava em Recife na casa de Renata Campos, viúva de Eduardo Campos, mas que não adiantou a ele seu posicionamento. O PSB, ex-aliado do PT, já havia anunciado apoio à candidatura de Aécio.
    O tucano, que se disse ter recebido com "enorme alegria" o apoio de Marina, não quis falar sobre a participação da ex-candidata na disputa pelo segundo turno.
    "Acabo de receber uma manifestação dessa dimensão, dessa grandeza, não cabe a mim manifestar absolutamente mais nada. Estou extremamente feliz com esse apoio e que tocará fundo no coração de milhões de brasileiros, eu tenho absoluta certeza disso", disse Aécio, que esteve neste domingo no Santuário Nacional de Aparecida (SP).
   Questionada sobre as críticas que sofreu do candidato do PSDB no primeiro turno da campanha, em que o tucano esteve por um grande período em uma distante terceira posição e mirou na ex-senadora em busca de subir nas pesquisas, lembrando por exemplo que ela permaneceu no PT na época do mensalão, Marina diferenciou as críticas que sofreu dele e de Dilma.
    "Eu sei o que é uma crítica política e sei exatamente o que é um processo deliberado de desconstrução. São duas coisas diferentes", disse. O embate entre Marina e Dilma no primeiro turno foi duro e uma chegou a acusar a outra de mentir.
    Neste domingo, após Marina anunciar o apoio a Aécio, Dilma disse ser compreensível e mencionou similaridades do programa econômico do tucano com os da ex-candidata do PSB.
    Marina afirmou ter conversado com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso após o primeiro turno, assim como fez após o primeiro turno da eleição de 2010, e lembrou também o ex-presidente Lula ao comparar o documento apresentado por Aécio com a Carta ao Povo Brasileiro, divulgada pelo petista na campanha eleitoral de 2002.
     Na votação do primeiro turno, Marina ficou com 21,3 por cento dos votos válidos, pouco mais de 22,1 milhões de votos. A presidente Dilma obteve 41,6 por cento, ou quase 43,3 milhões, enquanto Aécio teve 33,6 por cento, o equivalente a 34,9 milhões.
    Pesquisas Ibope e Datafolha divulgadas na quinta-feira apontaram Aécio com 51 por cento dos votos válidos contra 49 por cento de Dilma.
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 HONOR TO CARLA ZAMBELLI (NASRUAS FOUNDER)









1 comment:

  1. Parabens!!! Assim pudessem ser todas as pessoas de bem ! Antes de pensar em si pensando sempre no seu semelhante e no seu país!

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